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A climatização também não pode parar

Para que setores hospitalares, ambulatoriais, data centers, bancários, telefonia, alimentares, supermercadistas, centros de distribuição logísticos e similares mantenham suas operações garantindo a saúde com níveis adequados de higiene, é necessário que as empresas de climatização e refrigeração continuem operando, mesmo em quarentena. É o que a ABRAVA comunicou ao governo do estado de São Paulo em ofício.

Para que setores hospitalares, ambulatoriais, data centers, bancários, telefonia, alimentares, supermercadistas, centros de distribuição logísticos e similares mantenham suas operações garantindo a saúde com níveis adequados de higiene, é necessário que as empresas de climatização e refrigeração continuem operando, mesmo em quarentena. É o que a ABRAVA comunicou ao governo do estado de São Paulo em ofício.
 
E faz todo sentido do mundo, já que todos esses setores mencionados precisam de climatização adequada. Por vários motivos, entre os principais, são os óbvios: manter a temperatura adequada, já que vivemos num país tropical e faz muito calor; e também pelo motivo da higiene, já que um filtro de ar condicionado com boa manutenção retém gotículas que podem conter vírus e outros infectantes, como mencionado pelo diretor da ABRAVA nesse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=exRmowJLZlc&t=13s&pbjreload=10.
 
Não só a ABRAVA que é a associação brasileira de ar condicionado, mas também instituições internacionais como a ASHRAE (https://www.ashrae.org) também constatam a imprescindibilidade dos serviços de climatização em combate ao coronavírus.
 
Você pode conferir a carta ao governo e o manifesto aberto da ABRAVA nos links abaixo!